Dispositivos Móveis

Posso ver seus textos: Segurança e privacidade em 3 aplicativos de mensagens

Acredito que quando um cibercriminoso pretende atacar um dispositivo móvel, possivelmente (um pouco antes), deve se perguntar: Quais serviços de mensagens instantâneas são utilizados pelo usuário? Ele toma cuidados para proteger as informações? Quais dados estão armazenados no dispositivo e qual o nível de facilidade para acessá-los? Com exceção de um breve período em 2012,

Cuidado! Novo golpe promete clonar o WhatsApp de outras pessoas

As campanhas maliciosas no WhatsApp continuam evoluindo. Inicialmente observamos alguns golpes com pouca preocupação em proteger e esconder o código fonte utilizado, apesar das precauções para manter o anonimato dos fraudadores. Recentemente, vimos surgir campanhas que obtiveram grandes quantidades de acessos, como a campanha das “Videochamadas do WhatsApp”, que foi capaz de angariar mais de

A realidade (aumentada) do malware móvel

Ainda hoje, muitos usuários acreditam que não existe malware para equipamentos móveis como smartphones e tablets, subestimando os perigos e as consequências que podem ser geradas pela infecção. No entanto, é um fato que o malware móvel está crescendo em número e complexidade. Isto não é uma novidade, na verdade, é algo que temos falado

YouTube Kids: um aplicativo para as crianças

Frequentemente falamos dos riscos que as crianças enfrentam quando navegam pela Internet sem uma supervisão ou orientação, e a possibilidade de acessar conteúdos inadequados é um deles. No entanto, negar o acesso as ferramentas web não é um bom caminho; na verdade, o ideal é contar com aplicativos que permitam uma experiência mais segura e

Mitos sobre segurança móvel #5: o malware é a principal ameaça

Quando o conceito de segurança móvel é mencionado, não se refere apenas a um conjunto de códigos maliciosos projetados especificamente para comprometer smartphones e tablets, mas também as velhas técnicas utilizadas para atacar computadores de mesa e laptops. Muitos usuários consideram que essas ameaças fazem parte de um conjunto isolado, desacreditando na possibilidade de campanhas